Para meditação: Lucas 15. 11-32
É nossa característica mais marcante como seres humanos o fato de sempre atribuirmos a alguém ou alguma circunstancia a culpa pelos nossos erros.
Como é dificil assumirmos pura e simplesmente que erramos porque erramos!
Enfim, nós travamos uma batalha contra nós mesmos como Paulo bem descreveu: "O bem que quero não faço, o mal que não quero, esse faço".
Hoje meditando na parábola do filho prodigo, algo me chamou a atenção: a atitude do filho perdido quando caiu em si e ciente da "burrada" que fez, arrependido disse: vou ter com o meu pai e direi: Pai, pequei contra os céus e perante ti, já não sou digno de ser chamado seu filho...
Ele não ficou tecendo explicações para o inexplicável, não ficou culpando ninguem pelos seus erros, simplesmente admitiu: pequei; e mais ainda, não esperou ser colocado em um lugar de honra por causa do seu arrependimento, reconhecendo que não era digno de ser chamado de filho do seu pai.
Como podemos aprender com esta atitude!
Deus, em sua infinita misericórdia, está sempre de braços abertos esperando o nosso retorno e arrependimento sincero, então nos recebe e nos coloca de volta no lugar de onde nunca deveríamos ter saído: seu lado!
Que Pai amoroso nós temos!!
Paz!
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